Horários Vício Motor:

domingo 12h30 e 23h30; segunda-feira 11h e sábado 9h.

Arquivo: novembro/2008

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Prazer, meu nome é Volt!

Salão do Automóvel 2008: Um dos carros ecologicamente correto que conferimos foi o Volt.

Sábado, 22 de novembro de 2008

Ele pode ser chamado de "veículo elétrico com maior autonomia". O foco principal é o uso urbano. Em vez de conciliar um motor elétrico e um a gasolina para o movimento, o Volt usa apenas o elétrico na locomoção.
Ao motor a gasolina, pequeno e econômico, cabe apenas a recarga das baterias.

A GM não falou sobre a viabilidade econômica de fabricar o Volt , fazer o carro é possível, o difícil é saber quanto custaria.

Autonomia não é problema:

O carro fica com carga plena em apenas seis horas, se abastecido em uma tomada de 110 V, com a capacidade de percorrer até 60 km em tráfego urbano.

Se a distância a percorrer for maior do que isso, o motorzinho a gasolina 1.0 de três cilindros com turbocompressor, que rende 72 cv, se encarrega de funcionar apenas em sua faixa de maior eficiência e menor consumo.
Isso basta para repor a carga das baterias e levar o carro mais longe, bem  longe por sinal, com o tanque de 54 litros de combustível, o carro tem autonomia de 1.030 km!

O consumo seria de 1,6 L de combustível a cada 100 km!  Isso mesmo, menos de 2 litros para  cada 100km. Agora é só esperar e torcer.

Fabian Londero

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Nissan GTR

Salão do Automóvel: forte como um touro, rápido como um cavalo e tem apenas 3 letras, GTR!

Sábado, 22 de novembro de 2008

Ele já é considerado como principal concorrente das ferraris e lamborguinis, com fila de espera na Europa.

A Nissan apresentou no salão do automóvel de SP o novo Nissan GT-R, que começa a ser vendido no Japão no dia 06 de dezembro.

Montado com fibra de carbono, alumínio e aço, traz sob seu capô o exclusivo motor V6 bi turbo 3.8 com 480 cv. O novo GT-R também apresenta a inovadora transmissão GR6 com dupla embreagem de seis discos, trocador de marcha tipo borboleta, o que proporciona uma direção agressiva e de respostas rápidas ao comando do motorista.

A máxima, apesar de não divulgada pela empresa, deve beirar os 320 km/h.

É nestes momentos quando a gente vê um carro como esse ao vivo, que pensamos, dinheiro não é tudo, mas ajuda um bocado...

Fabian Londero

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Zonda F Roadster

Salão do Automóvel: para quem tem R$4 milhões de reais, fora o emplacamento...

Sábado, 22 de novembro de 2008

O Zonda F Roadster é equipado com motor Mercedes-Benz AMG 7.3 com 12 cilindros em V e 48 válvulas. Gera uma potência máxima de 659 cv e acelera de 0 a 100 km/h em 3,5 segundos. Atinge velocidade máxima de 355 km/h e foi apresentado pela primeira vez no Salão de Genebra, Suíça, em março deste ano.

O criador da máquina é Horacio Pagani, um argentino de 52 anos q está radicado na Itália. A paixão por construir carros surgiu desde pequeno Com 12 anos já desenhava automóveis e dizia para minha mãe que iria à Itália para fazer automóveis. Nos ano 1980 conseguiu trabalhar na Lamborghini, em um cargo pouca coisa acima do de um faxineiro. Oois anos depois já era o encarregado pela carroceria.

A experiência na Lamborghini valeu para que Pagani adquirisse a experiência necessária para criar sua própria empresa, a Modena Design, uma companhia de projetos e pioneira no uso de materiais leves e resistentes, como a fibra de carbono. E assim surgiu o Pagani Zonda F.

O F vem de um homenagem a seu ídolo, Juan Manuel Fangio, pentacampeão mundial de Fórmula 1 em seus primeiros anos. Foi o piloto argentino, que correu com modelos da Mercedes-Benz que apresentou Pagani à marca alemã e facilitou o fornecimento de motores. Motor que hoje faz o carro alcançar até 355 km por hora.

Não fosse pela aparência, seria possível intuir a força do motor pela medida dos pneus Michelin Pilot Sport 2: 255/35 R19 na frente e 335/30 R20 atrás. Os freios Brembo, a disco ventilado nas quatro rodas, também denunciam o que empurra o Zonda F para a frente: os discos dianteiros, de 380 mm x 34 mm, são “mordidos” por pinças de seis pistões; os traseiros, em medida 355 mm x 32 mm, param de girar com a ajuda de quatro pistões. E param rápido. A frenagem completa, de 200 km/h à imobilidade, leva apenas 4,4 s.

O carro custa R$4 milhões e o emplacamento pela pechinca de 80 mil reais, já o seguro...só Deus sabe!

Fabian Londero

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Opala - um ícone quarentão

Há 40 anos a Chevrolet começava a produzir um sucesso histórico

Sexta-Feira, 21 de novembro de 2008

No dia 19 de novembro de 1968, a Chevrolet iniciava a produção de um ícone da indústria automobilística brasileira.

Exatamente há quatro décadas saía da linha de montagem da General Motors na unidade de São Caetano do Sul (SP), o primeiro automóvel fabricado pela empresa no Brasil, símbolo de requinte e sofisticação durante seus vários anos de produção, o Chevrolet Opala.

“O Opala é um clássico entres os veículos produzidos pela indústria automobilística brasileira e que, com certeza, ajudou a construir a história de sucesso da marca Chevrolet no Brasil”, destaca Jaime Ardila, Presidente da General Motors do Brasil e Mercosul.

“Com uma produção e venda próxima de um milhão de unidades, o Chevrolet Opala é até hoje objeto de desejo de uma legião de fãs e colecionadores por todo Brasil”, acentua José Carlos Pinheiro Neto, vice-presidente da GM do Brasil.

Opala, um best-sellers

Abaixo segue uma linha do tempo com os principais fatos que marcaram a história do modelo no Brasil.

1966
• A GMB anuncia a expansão de suas duas fábricas para a fabricação de um carro de passageiros.

1968
• É lançado, em 19 de novembro, o primeiro carro de passageiros Chevrolet produzido no Brasil, o Opala, com quatro portas.

1969
• Em 14 de julho, a empresa atinge a marca de produção de 200 mil unidades de veículos Chevrolet, sendo 10 mil unidades do Opala.

1970
• Em junho, a GMB lança o Opala Cupê SS.
• Em 3 de agosto, o Chevrolet Opala atinge a marca de 50 mil unidades produzidas.

1973
• Novos Opalas em outubro: o Opala SS (4 cilindros) e o Opala Automático (4 e 6 cilndros).

1974
• Em 8 de novembro, são lançados o Chevrolet Comodoro e a Chevrolet Opala Caravan.
• Em 19 de dezembro, é a vez do Opala completar 300 mil unidades no Brasil.

1975
• Em novembro, é lançado o Opala 250-S.

1976
• Em 20 de novembro, a GMB apresenta ao público, no X Salão do Automóvel, o novo Chevette esportivo GP-II e o Chevrolet Comodoro de 4 e 6 cilindros.

1977
• Em 31 de agosto, a GMB apresenta à imprensa a linha Chevrolet 78, incluindo o lançamento de um novo modelo, o Opala Caravan SS, e o Chevette com novo estilo frontal.

1978
• Em 4 de janeiro, o consumidor conhece a Chevrolet Caravan Comodoro, com motores de 4 e 6 cilindros.
• Em 29 de março, sai da linha de montagem o 500.000º Opala.

1979
• Em 2 de julho, 600.000 Chevrolet Opala produzidos no País.

1980
• Em 4 de dezembro, é produzido o 700.000º Opala.

1981
• Em 27 de abril, o motor Chevrolet 250, 6-cilindros a álcool é aprovado pela Secretaria de Tecnologia Industrial (STI).

1982
• Em 19 de fevereiro, o Opala alcança sua unidade 750 mil.

1988
• Em outubro, introdução do câmbio automático de quatro marchas na linha Opala.

1990
• Em novembro, no XVI Salão do Automóvel, em São Paulo, apresentação dos novos modelos Monza e Opala 91.

1992
• Em abril, o Opala sai de linha, após 23 anos ininterruptos de produção, com a marca de quase 1.000.000 de unidades produzidas.
• Em setembro, o Omega chega ao mercado para ser o automóvel mais moderno e sofisticado do país. É o substituto natural do Opala.

 

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Audi agora vende cupê A5 no Brasil

VÍCIO MOTOR testou o carro em Curitiba. Aguarde reportagem na TV em dezembro

Sexta-Feira, 21 de novembro de 2008

Veja a Galeria de fotos do Audi cupê A5

A convite da Audi do Brasil, embarcamos em Florianópolis num A3 Sportback 2.0 turbo, cedido pela rede de concessionárias Breitkopf (que já tem no show room o novíssimo A5). Nosso destino foi Curitiba, para participarmos da primeira edição brasileira do Audi Driving Experience, um programa de treinamento em direção defensiva desenvolvido pela Audi na Alemanha e que acaba de chegar ao Brasil.

Na véspera do evento nosso "compromisso" foi conhecer de perto o A5, que passa a ser comercializado no Brasil. A reportagem será exibida no Vício Motor, na TVCom, no dia 7 de dezembro, após a cobertura especial do Salão do Automóvel, que tomou conta de nossos programas de novembro. Você verá o A5 em ação na TV e aqui no portal. Enquanto isso vamos ao carro.

O cupê A5, que inaugura uma nova série da montadora alemã, chega ao mercado com motor 3.2 FSI V6 de 269 cv

Com 4.63 metros de comprimento, o Audi A5 pertence a uma classe superior de cupês. Quatro confortáveis assentos e 455 litros de capacidade no porta-malas fazem deste veículo a escolha perfeita para as viagens. O dinamismo fica por conta do motor 3.2 L V6 FSI, com potência de 269 cv e torque de 33,7 mkgf. O propulsor é altamente ecológico e eficiente.

A caixa de câmbio é automática (multitronic) de oito velocidades. O funcionamento da transmissão desenvolvida para o A5 é inteiramente novo e combina engates rápidos e máxima segurança ao dirigir.

Design: desejo e emoção - Para os compradores de cupês, a emoção tem papel fundamental na escolha do carro. A razão mais importante para comprar um modelo esportivo de duas portas é o design e neste ponto o Audi A5 fala por si – seu desenho traduz a modernidade e o estilo da marca. A silhueta esportiva, a combinação graciosa de linhas e superfícies, a frente expressiva e a traseira distinta transformam o cupê alemão em objeto de desejo. “O Audi A5 é o carro mais bonito que eu já desenhei”, diz com absoluta convicção Walter de Silva, ex-chefe de Design da Audi e que atualmente comanda o grupo de Design Volkswagen.

Esportividade, elegância e desempenho são características comuns de todos os atuais modelos Audi. Naturalmente, no novo Audi A5, este “código genético” da marca fica imediatamente claro: as proporções do cupê, por exemplo, são caracterizadas pela postura baixa e muito larga, pela frente curta e saliente e uma longa e harmoniosa transição da coluna C até a parte traseira.

Interior: perfeição luxuosa - O cockpit é totalmente voltado para o condutor. Os instrumentos e console central formam uma unidade. O painel de instrumentos, com mostradores do velocímetro e conta-giros em forma de gota, tem características do estilo Audi, mas em seus detalhes ganhou um novo design.

O novo A5 também tem sistema Audi Infotainment (gerenciamento das funções do veículo por meio de tela de LCD e botão seletor) posicionado ergonomicamente no centro do painel e conta com Audi Parking System Plus, sensores dianteiros e traseiros de assistência para estacionamento com auxílio gráfico e sonoro através de ilustração no display.

Chave com memória “afiada” - A chave é outro item que chama atenção no lançamento. Além dos contornos e superfícies suaves, agradáveis ao toque, a chave do A5 não é nada convencional. Com ela é possível comunicar-se eletronicamente com o sistema elétrico do veículo quando introduzida na cabine do condutor. Com isso, informações importantes, tais como quilometragem atual ou mensagens de advertência do sistema de informação, são armazenadas na chave. Os dados são sempre atualizados e disponíveis e permitem, por exemplo, que os técnicos das concessionárias prestem serviços de manutenção com mais rapidez e facilidade.

FSI: motor de alta tecnologia com sistema de elevação de válvula variável

Um cupê esportivo pede motor poderoso e altamente eficiente. Para o novo Audi A5, a nova tecnologia FSI garante performance superior. Com injeção direta de combustível ganha generoso torque e alta eficiência.

O motor do Audi A5 é o novo 3.2 litros FSI, com inovador sistema Audi de elevação de válvula. Esta novidade varia a elevação da válvula em dois níveis, dependendo da demanda de força solicitada ao motor. O efeito é um incremento na eficiência, aumentando a dirigibilidade e prazer de guiar e diminuindo o consumo de combustível. A potência deste motor 3.2 FSI é de 269 cv. O torque máximo de 330 Nm está disponível numa faixa de rotação entre 3.000 e 5.000 rpm. A aceleração de 0 a 100 km/hora com caixa de câmbio automática acontece em 6,5 segundos. A velocidade máxima é limitada em 250 km/hora. Este desempenho impressionante contrasta com o consumo moderado de gasolina, de apenas 12,5 litros para cada 100 km (8 km/litro) em percurso urbano e 6,6 litros para cada 100 km (15,15 km/litro) em extra-urbano. Em percurso combinado, a Audi divulga consumo de 8,7 litros a cada 100 km, ou seja, média de 11,49 km/litro.

Multitronic e modo Sport - A transmissão automática Multitronic, continuamente variável, está disponível na versão 3.2 FSI. Eficiente e econômico, o câmbio Multitronic trabalha sempre na melhor faixa de rotação para cada situação. Contudo, os motoristas que preferirem um estilo mais esportivo de guiar, podem trocar para a função Sport.

Suspensão: dirigibilidade ágil - O novo Audi A5 define um novo padrão em sua classe graças às respostas precisas, estabilidade e conforto de primeira classe. Os engenheiros da montadora alemã conseguiram projetar uma suspensão totalmente nova para o modelo: na dianteira, suspensão five-link em alumínio, com sub-chassi e barra estabilizadora tubular. Outro componente completamente renovado é a direção com sistema de pinhão e cremalheira com sistema de assistência variável (Servotronic), localizada em frente ao eixo dianteiro, que oferece agilidade e ótima dirigibilidade ao condutor.

Entre-eixos longo - O eixo dianteiro é localizado de forma a proporcionar o melhor “package” para o posicionamento longitudinal do motor. Esta nova arquitetura do veículo torna possível ter um entre-eixos longo com um curto balanço frontal, otimizando a distribuição de carga entre os eixos. Este é um elemento adicional que garante ainda mais eficiência em dirigibilidade ao novo Audi A5. Para concretizar este desenho especial, os engenheiros usaram um “truque” já adotado no Audi A8: o diferencial do eixo dianteiro está localizado na frente da embreagem.

Na traseira, a suspensão é do tipo trapezoidal-link, que garante maior conforto e estabilidade direcional. Na traseira e na dianteira, os principais componentes são feitos em alumínio. As dimensões generosas dos freios são projetadas para o alto desempenho do modelo. A força de frenagem pode ser modulada e a arquitetura da nova suspensão traseira reduz bastante o chamado efeito de mergulho na frenagem. O freio de estacionamento eletromecânico de série, da linha do Audi A4, A6 e A8, é ativado através de um botão próximo à alavanca de câmbio.

O A5 também está disponível com a opção de segurança Audi Hill, que evita que o veículo deslize para trás acidentalmente quando estiver parado em uma ladeira.

Equipamentos com categoria high-tech - De série, o Audi A5 vem equipado com rodas de 17 polegadas, ar-condicionado automático, sistema Audi Infotainement, sistema de áudio com CD player com tela separada e Audi Music Interface (conexão com vários tocadores de MP3). O compartimento de carga, com abertura automática da tampa, oferece a facilidade de uma bolsa para esquis. A nova chave e o freio de estacionamento eletromecânico fazem parte do pacote padrão.

Na lista de equipamentos de série estão os faróis com iluminação bi-xenônio, que combinam o sistema que direciona o foco de luz de acordo com o movimento da direção e LEDs de luzes diurnas. O acesso ao carro pode ser feito sem a chave, assim como a partida, graças ao sistema Audi Advanced Key. O ar-condicionado automático, com duas zonas de temperatura e sensor de intensidade solar, permite ajustes individualizados para maior conforto dos ocupantes do veículo.

O sistema de informação também pode receber opcionais de destaque como sistema de áudio premium da dinamarquesa Bang & Olufsen, com 14 alto-falantess, 500 watts de potência, surround e compensação ativa do ruído da direção, Adaptive Cruise Control (piloto automático com controle adaptativo de distância e velocidade), Audi Side Assist (sistema de auxílio à ultrapassagens com aviso sonoro de aproximação dos veículos) e Audi Drive Select.

O Audi Drive Select é um sistema inédito de configuração das características de dirigibilidade através de amortecedores adaptativos, sistema de direção com assistência variável dinâmica e variação automática de troca de marchas, que já é um sucesso de aceitação no novo Audi A4. É uma tecnologia inédita no mercado automotivo premium em todo o mundo. Esse sistema faz com que o veículo adquira comportamentos dinâmicos completamente diferentes de acordo com configurações pré-estabelecidas pelo fabricante. O motorista pode selecionar três formas de conduzir no sistema integrado: modo Conforto, Automático ou Dinâmico, com apenas um toque no botão. A configuração básica deixa a suspensão em modo esportivo, com a carroceria 20 mm mais baixa.

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Horários Competição:

sexta-feira 20h; sábado 20h e 1h da madrugada; domingo 23h