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domingo 12h30 e 23h30; segunda-feira 11h e sábado 9h.

Arquivo: dezembro/2008

motociclismo

Rally Dacar - Brasileiros se sentem em casa no Rally Dakar 2009

Equipe ASW, dos pilotos Dimas Mattos e José Hélio, tem como trunfos suporte de ponta e o conhecimento da região por onde a prova mais tradicional no calendário irá passar

Segunda-Feira, 22 de dezembro de 2008

São Paulo (SP) – O Rally Dakar migrou da África para a América do Sul, mais precisamente para as trilhas da Argentina e do Chile. E este fato possibilitou que os pilotos da equipe ASW criassem um ambiente mais do que familiar nos bastidores - o que certamente será uma vantagem na disputa. “Somos uma grande família. Nossa equipe já se conhece bastante”, comentou Dimas Mattos, piloto de moto que terá como companheiro nas trilhas o tetracampeão do Rally dos Sertões, José Hélio, além de Carlos Ambrósio e João Tagino. Outra vantagem é o fato dos brasileiros já conhecerem a região por onde o evento irá passar. O Rally Dakar será realizado entre os dias 3 e 17 de janeiro, com largada e chegada em Buenos Aires.

Os três veículos da equipe ASW sairão de São Paulo em comboio no dia 27 de dezembro. Esta será a segunda participação de Mattos no evento mais tradicional do calendário off-road. “Em 2007 eu contratei uma equipe de apoio francesa. Senti muita falta do calor dos meus amigos quando chegava no acampamento. Isso é muito importante para amenizar a pressão do rali”, explicou o paulista. Naquela ocasião, ele chegou a ser o melhor brasileiro na disputa até precisar abandonar a prova após cair e sofrer um corte na perna a dois dias da etapa final. Já José Hélio participará do Rally Dakar pela primeira vez.

Apesar disso, os dois possuem o conhecimento da região por onde a prova irá passar, com um percurso marcado por trechos de montanhas e dunas. Desta vez, Dimas espera que nada saia errado. “Estou bem animado por conta da competição ser realizada na América do Sul. Aquele ‘medo’ que tinha do desconhecido não existe, já que conheço bem o local. Disputei três provas na região”, lembrou.

O piloto acredita que a mudança no roteiro pode ser positiva para os brasileiros e colocar um pouco em desvantagem os competidores europeus. “Para os europeus, a América é um mistério tão grande quanto a África é para nós. A região sul da Patagônia  é bastante parecida com o Marrocos. A altura das dunas deve apresentar um grau de dificuldade muito grande.”

José Hélio também está bem preparado. Com poucos dias para a partida rumo a Buenos Aires ele faz os ajustes finais na moto e nos novos equipamentos. “Estas semanas têm sido muito corridas. Quando não estou correndo atrás dos preparativos, tento descansar para poupar as energias.”

O competidor está ansioso para entrar na disputa de um campeonato tão importante e que exigirá muito dos pilotos. “É uma prova diferente das outras que disputei. Tem o dobro de percurso e do tempo que estou acostumado, por isso aumentei a preparação e principalmente treinei a resistência física. Eu tinha a intenção de disputar o Dakar em 2008 até a prova ser cancelada. Será uma grande estréia”, relatou.

Além dos quatro competidores, a equipe ASW terá os seguintes profissionais: os mecânicos Jesus Francisco, Edmilson de Camargo (Cebola) e Dionísio Neto, os motoristas Antônio Cláudio Corcelli e José Mário Ambrosio, o assessor de imprensa Fernando Silvestre e o técnico em pneus da Pirelli Domenico Oliveri. Os pilotos utilizarão nas trilhas equipamento completo da linha ASW Podium 2009. A equipe ASW conta ainda com o apoio da Brasil Moto Tour (www.brasilmototour.com.br), Honda, Pirelli e Sax Logistica.

Sobre a ASW – Criada em 1986 pela Silva Mattos, a ASW (Aero Sport Wear) atua no segmento off-road, bike e street. A marca desenvolve roupas técnicas esportivas (calças, camisas, luvas e jaquetas), proteções (joelheiras, cotoveleiras, coletes e bermudas), capacetes e botas. Em função da excelente relação entre custo e benefício e das características de alta qualidade e tecnologia dos produtos, possui grande aceitação junto ao mercado.

Site oficial: www.aswracing.com.br

automobilismo

Fómrula 1 - Ecclestone: "Compramos a lealdade da Ferrari"

Sábado, 20 de dezembro de 2008

Bernie Ecclestone não deixou barato as críticas feitas por Luca di Montezemolo sobre o atual gerenciamento da F-1. Em entrevista ao jornal "The Times", Ecclestone rebateu os comentários do presidente da Ferrari e afirmou, sem esconder o descontentamento, que a F-1 "comprou" a lealdade do time vermelho.

Para o dirigente italiano, porém, a categoria precisa ser administrada de forma mais transparente. "Precisamos abrir uma página em branco com Ecclestone e Donald Mackenzie, não somente para tratar da quantidade de dinheiro, mas também para sabermos como lidar com os circuitos, torcedores e várias outras questões", afirmou Montezemolo, que também ocupa o cargo de presidente da Fota (Associação das Equipes de F-1), na tradicional coletiva de fim de ano em Maranello, nesta semana.

"Nós também queremos saber mais da FOM, o quanto eles ganham, essas coisas. Pois podemos fazer, como em outros esportes, uma liga, e cuidarmos dos nossos próprios interesses. Mas queremos saber mais sobre as taxas para podermos diminuir os preços dos ingressos", continuou.

Entretanto, Bernie revelou que a escuderia italiana possui um regime financeiro especial, devido à importância histórica do time. "A única coisa que ele não mencionou é o dinheiro extra que a Ferrari recebe, que é uma quantia muito maior que a dos demais times, além de outros benefícios que a equipe sempre teve durante anos", disse o homem forte da categoria.

"A Ferrari recebe muito mais dinheiro que todos os outros times. Eles sabem muito bem o quanto ganham, não são assim tão estúpidos, apesar de não serem brilhantes. Eles ganham cerca de US$ 80 milhões a mais por ano. Por exemplo, se conquistam o Mundial de Construtores, como aconteceu neste ano, o time recebe US$ 80 milhões a mais do que receberia a McLaren, se tivesse vencido."

"Em vez de pedir dinheiro, ele deveria dividir com as outras escuderias todo o dinheiro extra que a Ferrari recebe", acrescentou.

O britânico ainda foi além e disse que os atuais termos do acordo com o time italiano foram ratificados em 2003, quando algumas equipes manifestaram o desejo de deixar a F-1, devido à forma como o esporte vinha sendo gerido.

"A Ferrari é a única equipe que rompeu com as outras escuderias. Agora, por que eles fizeram isso? Porque o dinheiro vem desse fator. Nós 'compramos' a Ferrari. Nós 'compramos' a lealdade da Ferrari, para impedir que a equipe passe para outras mãos", explicou.


 

carros

Fiat concorre com dois modelos brasileiros na eleição do Carro Verde Mundial 2009

O Fiat Siena Tetrafuel e o Palio Weekend Elétrico são os dois únicos modelos projetados e desenvolvidos no Brasil que concorrem à premiação

Sábado, 20 de dezembro de 2008


Um júri formado por 59 jornalistas de 25 países dos cinco continentes vai eleger, dentre 22 modelos, o carro mais verde do mundo. O prêmio é promovido pela “World Car of the Year”. O resultado será divulgado em abril de 2009, no Salão do Automóvel Internacional de Nova York.

Fiat Siena Tetrafuel - Lançado em 2006, o carro roda com álcool hidratado; gasolina brasileira (que tem a adição de álcool); gasolina pura, como a encontrada em outros países da América Latina e Europa; e, finalmente, Gás Natural Veicular, conhecido como GNV. Atualmente, cerca de 50% das vendas do Novo Siena no Brasil são do modelo Tetrafuel.

A utilização desse amplo espectro de combustíveis só foi possível em virtude da marca conseguir que uma única central eletrônica os gerencie de forma integrada, num desenvolvimento da Magneti Marelli. Eles são alternados de acordo com a necessidade do momento, sem que o motorista precise interferir no processo. Quem decide qual o combustível mais adequado a cada instante é a central eletrônica do motor.

Em abril, a tecnologia foi premiada com o PACE Award de melhor inovação em Detroit, MI, EUA (Premier Automotive Supplier Contribution to Excellence). A tecnologia foi também destaque no Challenge Bibendum em 2007, realizado em Paris.

Palio Weekend Elétrico - Nasceu de uma parceria firmada entre a Fiat Automóveis, a hidrelétrica Itaipu Binacional e a empresa suíça KWO, além de outros colaboradores provenientes de empresas de tecnologia e instituições de pesquisa. O projeto nasceu com objetivo de desenvolvimento de tecnologia nacional de um veículo elétrico melhorando o desempenho em termos de autonomia, tempo de recarga e custo.

A deliberação de fazê-lo funcionar unicamente com eletricidade é reflexo do momento que a indústria automobilística vivencia na busca por uma alternativa definitiva de energia limpa e de baixo custo.

Em 2008, cerca de 15 unidades foram produzidas para a Itaipu Binacional e seus parceiros. Em 2009, outras 35 unidades serão produzidas no Brasil.

O Palio Weekend Elétrico é totalmente movido a energia elétrica. Ele está equipado com um motor que gera potência máxima de 15 Kw (20 cv) e torque máximo de 50 Nm (5,1 kgfm). Sua energia é proveniente de uma bateria de níquel, situada no fundo do porta-malas, e sua autonomia é de 120 km.

Externamente o Palio Weekend Elétrico é idêntico às versões que são movidas a combustível líquido ou gasoso. Porém, é no interior que ele se diferencia dos demais modelos com motor de combustão interna. Ao invés da tradicional alavanca de mudanças de marchas, há um artefato do tipo joystick que pode ser posicionado em três posições – Drive, Neutro e Ré.

Premiação Carro Mundial do Ano (World Car of the Year - WCOTY)

O WCOTY é um programa iniciado, organizado e conduzido por jornalistas automotivos de todo o mundo. Administrado como organização que não visa lucros, possui membros dos cinco continentes. Desta maneira, consegue ter uma visão geral do mercado em todo o mundo. A premiação é uma complementação das eleições locais de carro do ano.www.wcoty.com

motociclismo

Rally Dacar - José Hélio: rei do sertão desbrava o Rally Dakar 2009

Tetracampeão do Rally Internacional dos Sertões encara novo desafio nas trilhas da Argentina e do Chile

Sexta-Feira, 19 de dezembro de 2008

O “rei do sertão” vai a Argentina e ao Chile no início de 2009 com o objetivo de conquistar novos territórios. José Hélio representa o Brasil no tradicional Rally Dakar, que pela primeira vez desbrava as trilhas da América do Sul entre os dias 3 e 17 de janeiro. A batalha inclui 9500 quilômetros de extensão, sendo 5650 km de especiais, sendo que a principal arma do piloto será a mesma que rendeu o tetracampeonato do Rally Internacional dos Sertões em 2008: a Honda CRF 450X.

O Rally Dakar, cuja primeira edição foi em 1977, contará em 2009 com a participação de 530 competidores, sendo 230 motos, 30 quadriciclos, 188 carros e 82 caminhões de 49 países. O paulista José Hélio está inscrito na categoria 450cc Extreme e, antes de embarcar para a capital Buenos Aires, que será palco da largada e da chegada, bateu um papo sobre a estréia neste tradicional evento.

Qual é o seu objetivo no Rally Dakar 2009?
José Hélio – É o mesmo de todas as provas. Em primeiro lugar, chegar no final. E no desenrolar da corrida sempre espero pelo menos vencer a minha categoria.

Como você conseguiu viabilizar a sua ida para o Dakar?
José Hélio – Participar desta prova era um sonho antigo, que eu iria realizar este ano por meio da Honda Europa, mas infelizmente o evento foi cancelado. Depois da conquista do tetracampeonato do Sertões, a Honda do Brasil colocou os dois pés no rali e, junto com a ASW, viabilizou a minha ida.

Você entra na disputa com o mesmo modelo do tetra do Sertões, uma CRF 450X. Como você enxerga esta moto nas trilhas do Dakar?
José Hélio – Terei um equipamento semelhante – já que fizemos algumas alterações, como proporcionar mais autonomia e a instalação de uma suspensão ainda melhor –, mas totalmente novo. Certamente a grande vantagem da Honda é a resistência, por isso estou bem seguro de como a motocicleta irá se comportar. Com menos possibilidades de quebra, aumentam as chances de título. Além disso, considero o conjunto das 450cc melhor em vários aspectos, como motor, suspensão, chassi e ciclística.

Sobre o roteiro, quais serão as principais dificuldades?
José Hélio – O Dakar é uma prova que leva a máquina e o ser humano ao extremo. Certamente as longas quilometragens, que nos farão passar muitas horas em cima da moto, e as dunas do Atacama serão grandes desafios. Teremos muitas novidades, com certeza este será um dos ralis mais difíceis da história. Mesmo sendo deserto, o local é atípico por conta das grandes variações de altitude. Iremos da altitude de mil metros acima do nível do mar até 4.500 metros em um mesmo dia, por exemplo. O equipamento sofre muito por conta disso.

Você participaria do Dakar 2008, que foi cancelado. Preferia competir na África ou está motivado por esta edição ser na América do Sul?
José Hélio – Gostaria muito de competir na África, pois tradicionalmente o Dakar tem esta característica, mas será uma vantagem correr na Argentina e no Chile. Eu falo bem a língua, já conheço um pouco da região, por ter corrido no Por Las Pampas, e certamente a prova terá uma estrutura melhor, já que não será realizada em locais tão inóspitos. Eu formei e minha equipe e estarei cercado de amigos, todo este clima será muito favorável.

Quem são os fortes candidatos ao título na geral?
José Hélio – O Marc Coma (da Espanha), o Cyril Despres e o David Casteu (ambos franceses).

Então são os mesmos pilotos que você venceu na última edição do Sertões que devem incomodá-lo?
José Hélio – Na verdade eu que os incomodo (risos). O fato do Dakar ser em um lugar que é muito pouco conhecido deixou todos os participantes “com a pulga atrás da orelha”.

Quais são seus outros planos para a temporada 2009?
José Hélio – Vou disputar o Rally dos Sertões e pretendo participar de algumas provas do Campeonato Mundial.

automobilismo

ANPPA: Assembléia em Interlagos oficializa a criação da Associação Nacional de Patrocinadores e Pilotos de Automobilismo

Primeira reunião da entidade marcou a eleição da Diretoria e do Conselho Fiscal

Sexta-Feira, 19 de dezembro de 2008

Nasceu oficialmente na última quarta-feira (17), em São Paulo, a Associação Nacional de Patrocinadores e Pilotos de Automobilismo (ANPPA). A entidade, criada para dar representatividade aos praticantes de todas as modalidades de automobilismo do Brasil – teve sua primeira reunião realizada na Sala Williams do Autódromo de Interlagos, e já a partir desta quinta-feira começa a aceitar o cadastro de pilotos e empresas de todo o país.

A primeira reunião definiu a Diretoria e o Conselho Fiscal da entidade, primeiro passo para a criação formal de qualquer associação. “Neste nosso primeiro encontro, apenas formalizamos a criação da associação e reunimos as assinaturas necessárias, sob o ponto de vista jurídico, para que a entidade pudesse ser legalmente constituída. Em cerca de dez dias já teremos o nosso registro, mas desde já estamos abertos ao cadastro de atletas”, disse Luis Travassos, eleito ontem Presidente da ANPPA.

Embora seja sediada em São Paulo, a Associação Nacional de Patrocinadores e Pilotos de Automobilismo terá caráter nacional. Entre os membros da Diretoria há, inclusive, um representante do Mato Grosso (Cláudio Sereia), que cuidará das finanças da instituição. A Sala Williams foi sedida pela São Paulo Turismo – administradora do Autódromo de Interlagos.

“Queremos agradecer ao Senhor Roberto Seixas pela receptividade ao nosso grupo, e por disponibilizar a estrutura para nossa primeira reunião. Nascemos em uma fase importante para o desenvolvimento do esporte a motor nacional, e começamos no lugar certo. Formalmente já estamos constituídos, e já recebemos inúmeros telefonemas e e-mails, de cidades do Sul, Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste, de pessoas interessadas em fazer parte desse grupo”, revelou Alexandre Chequer, eleito ontem Vice-Presidente da ANPPA.

Na primeira reunião, além da eleição da Diretoria, foram discutidos assuntos relacionados aos custos da modalidade de entrada no esporte a motor: o kart. Os associados prometem criar grupos de consumo de peças e serviços para o ano que vem, com o objetivo de gerar escala e reduzir as despesas gerais dos associados.

“Hoje, principalmente no kart, todas as equipes trabalham de forma independente na compra de peças e na contratação de serviços. Isso acontece, também, nas categorias de automobilismo, e ajuda a aumentar os custos do esporte. Nosso objetivo é criar uma escala de consumo que nos permita conseguir reduzir os custos sem alterar o grau de eficiência dos equipamentos. Passado esse período inicial, de constituição da associação, vamos formalizar nossos primeiros projetos e apresentá-los aos associados”, disse Rogério Raucci, Diretor de Marketing da ANPPA.

Foram definidas na reunião da última quarta-feira, também, as diretrizes para a criação e manutenção do website da associação, que será registrado no domínio www.anppa.com.br. Enquanto a página não entra no ar, contatos para filiações e esclarecimentos podem ser feitos diretamente com Luis Travassos, pelos números (11) 7546-1521, ou através do e-mail luis_travassos@terra.com.br.

A escolha e contratação de Luiz Travassos, advogado sem relação direta com o automobilismo – por não ser piloto ou pai de piloto –, para a Presidência da ANPPA é o mais forte indicativo do caráter profissional com que nasce a associação. Ao contrário das iniciativas anteriores de organização entre pilotos e profissionais do esporte, o grupo atual não será gerido apenas por praticantes da modalidade – embora muitos atletas e ex-atletas estejam entre os membros da Diretoria.

“É muito importante termos a presença de um profissional independente no comando da associação, que não tenha ligação familiar com o esporte. Dessa forma garantiremos a isenção que o cargo exige e, também, abrimos caminho para a meritocracia. Hoje fui eleito presidente e tenho minhas obrigações com o grupo. E sei que, se não corresponder às expectativas, poderei ser substituído. Isso é importante para garantir a qualidade do serviço prestado pela ANPPA a seus associados”, encerrou Travassos.

A primeira reunião da entidade definiu os seguintes membros de sócios-fundadores da Associação Nacional de Pilotos e Patrocinadores de Automobilismo:

Diretoria
Presidente - Luis Alberto Travassos da Rosa
Vice Presidente - Alexandre Luiz Chequer
Diretor Financeiro - Claudio Sereia
Diretor de Marketing – Rogério Raucci
Diretor de Competições - Fred Fungaro Junior

Secretário - Rafael Von Zuben Durante

Conselho Fiscal
Diretor Financeiro - Claudio Sereia
2º Conselheiro - Marcelo Soares de Carvalho
3º Conselheiro - Mauricio Rabelo Diegues
1º Suplente - Fábio Rimbano
2º Suplente - Oscar Hamilton Annuza
3º Suplente - Rogério Raucci

Assessoria de Imprensa da ANPPA

Inova Comunicação

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Horários Competição:

sexta-feira 20h; sábado 20h e 1h da madrugada; domingo 23h