São quatro reportagens. Confira aqui.
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domingo 12h30 e 23h30; segunda-feira 11h e sábado 9h.
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Neblina intensa, animal na pista, sono. Situações adversas aumentam o risco durante uma viagem. Você, motorista, sabe como se comportar? Aí vão algumas dicas. Divulgar orientações para uma direção segura e ações preventivas de conscientização fazem parte do nosso projeto CIDADANIA AO VOLANTE, uma parceria do Vício Motor com a Guarda Municipal de São José-SC.
Acomodando a bagagem – Ao distribuir a bagagem no porta-malasos objetos pesados devem ficar embaixo e mais à frentejunto ao banco traseiro. Se usar bagageiro no tetotransporte apenas cargas leves que não ultrapassem
Posição de dirigir – Não incline o encosto do banco mais de 35º para o cinto não esbarrar no pescoço. Os de três pontos devem passar pela região do tórax e pela linha da cinturae não pela barriga. Fique atento ao movimento dos outros carros e procure antever o que cada um deles vai fazer. Utilize os retrovisores e antes de ultrapassar procure enxergar o movimento que segue à frente pelo pára brisa do carro que estiver ultrapassando. Os carros que estiverem na outra faixa podem frear de repente ou algum caminhão pode entrar na pista mais rápido do que o previsto.
Marcando sua posição na estrada – Ver e ser visto é o código de segurança nas estradas. Está comprovado: manter os faróis acesos de diadurante toda a viagem ajuda a reduzir os riscos de envolvimento
Dirigindo sob neblina intensa – No inverno aumenta a incidência de neblina nas estradas principalmente durante a madrugada e parte da manhã. Um recurso que alguns motoristas adotam é ligar o farol alto mas em vez de ajudar eles só prejudicam a visibilidade. O correto é utilizar os faróis baixos ou melhor ainda apenas os faróis de neblina (se houver). Quando mais baixo for o foco melhor será a visualização da pista. Em modelos com regulagem elétrica de faróis uma alternativa é orientar o facho para a posição mais baixa possível. Não esqueça de acionar também a luz traseira de neblina se houver esse dispositivo em seu carro.
Combatendo o sono em viagens – O sono é um inimigo dos motoristas. Ele costuma ser implacável nas viagens mais longas. Para combater o sono faça uma parada a cada duas horas. Procure caminhar enquanto descansa. Lave o rosto e a nuca com água fria depois tome um café e a seguir uma coca-cola (ambos são estimulantes). Compre alguns chicletes para mascar enquanto guia; eles o manterão ocupado e acordado. Dirija com as janelas semi-abertas e oriente o fluxo da circulação do ar (sempre frio) para o rosto. Ligue o rádio e aproveite para movimentar as pernas nas descidas enquanto não usa os pedais. Se tudo isso não resolver encoste o carro em um local seguro e tire um cochilo de algumas horas.
Evitando imprevistos e acidentes – Boa visão é outra regra fundamental nas estradas. Além de concentrar a atenção nas lanternas de freio dos veículos que vão adiante procure olhar sempre através dos vidros dos outros carros para ver o que acontece à sua frente. Fuja da traseira de caminhões ônibus ou furgões que costumam obstruir completamente a visibilidade. Sempre que possível dirija sua atenção para
Mantendo distância segura dos carros – Quando trafegar em rodovias mantenha uma distância de mais de
Como conviver com os caminhões – Os caminhões sempre foram um problema para os carros de passeio nas estradas. Quando não estão se arrastando pelo asfalto estão grudados na sua traseira em alta velocidade como se fossem jogar seu veículo para fora da pista. Por isso eles devem ser respeitados. Fique sempre de olho no retrovisor. Se um deles vier na sua cola dê logo passagem. Evite ultrapassar esses veículos durante as curvas e também nas descidas. Deixe para fazer isso apenas nas subidas. Redobre os cuidados quando for passar um comboio deles num aclive. Para não perder velocidade eles se lançam na faixa da esquerda subitamente geralmente sem sinalizar. Nesse caso mostre sua intenção piscando sucessivamente o farol e acionando a buzina quando for passar por eles.
Evitando assaltos na rodovia – Ao trafegar à noite por rodovias deve-se ficar atento aos assaltos. Quando precisar parar faça-o em lugar seguro como em postos de gasolina. Cuidado com pedras arremessadas de viadutos ou passarelas ou mesmo pedras e tábuas com objetos pontiagudos colocados na pista. Se algum objeto atingir seu pára-brisa ou um pneu estourar repentinamente nessas condições não pare o carro. Com certeza é uma armadilha preparada por assaltantes. Continue rodando (em baixa velocidade) por alguns quilômetros até achar o posto de abastecimento ou de polícia rodoviária mais próximo.
O que fazer quando há animais na pista – Em viagens é comum o motorista ser surpreendido por animais na pista e ter de fazer uma manobra arriscada para não atropelá-los. As vítimas mais freqüentes são os cães que costumam ter reações imprevisíveis ou voltar ao ponto do qual partiram. Ao avistar um cachorro no acostamento reduza a velocidade e sinalize para os carros que vêm atrás, pois é bem provável que cruze à sua frente e você tenha que frear bruscamente. O mesmo procedimento deve ser tomado em relação a gado e cavalos. Nesse caso passe sempre por trás do animal. Explicação: eles têm reações mais lentas e demoram para mudar de direção. Uma batida contra um cavalo pode destruir um veículo e vitimar fatalmente seus ocupantes.
Como proceder em acidentes – Dois carros acabam de colidir alguns metros à sua frente. Feridas e tontas às vítimas ficam dentro do carro
Como acionar e ajudar a polícia rodoviária – O telefone celular pode ser um grande aliado nas estradas auxiliando não só no caso de quebra mecânica como também na comunicação de ocorrências e acidentes. Enchentes desmoronamentos colisões assaltos presença de animais na pista e até casos de direção perigosa podem ser comunicados ao posto de comando da concessionária da rodovia ou à polícia rodoviária pelos telefones de emergência. Em algumas estradas você pode encontrar esses números de telefones em placas afixadas ao longo da pista. Anote-os e guarde-os, pois podem lhe ser úteis em casos de urgência.
Com a temporada de férias chegando vale a pena verificar se o carro está em ordem para evitar transtornos e acidentes durante a viagem. Estar em boas condições para dirigir também é importante para garantir uma viagem tranqüila. Estudos indicam que 85% dos acidentes nas estradas ocorrem por falha humana precedida de ingestão de bebidas alcoólicas, velocidade incompatível, ultrapassagem indevida desobediência à sinalização e má conservação dos veículos. Confira quais são os itens mais importantes que devem ser checados para amenizar os riscos.
ANTES DE CAIR NA ESTRADA OBSERVE...
Pneus – Se os pneus não tiverem sulcos com profundidade acima de 1,6 mm são considerados "carecas". Assim passam a não dissipar a água com eficiência causando sério risco de derrapagem em pista molhada. Também não esqueça de calibrá-los (inclusive o estepe) de acordo com as especificações do manual de instruções ou informações que ficam geralmente atrás da portinhola do bocal do tanque de combustível.
Suspensão – As molas duram em média 60 mil quilômetros e não devem ter sinal de desgaste entre os elos. Se tiverem isso significa que o amortecedor correspondente está gasto. O ideal é testar os amortecedores em um aparelho especial o "shock tester", mas uma solução caseira é pressionar cada canto do carro para baixo. Se a carroceria balançar mais de duas vezes é sinal que o amortecedor daquele lado está gasto. Nesse caso eles devem ser substituídos aos pares. Para evitar trepidações e derrapagens indesejáveis vale a pena balancear as rodas e alinhar a direção.
Freios – Pastilhas e lonas de freio que causam ruído acima do normal demonstram sinais de desgaste. Também podem estar riscando os discos ou os tambores de freio. Se for necessário peça para fazer uma retífica desses componentes. O fluido de freio deve ser trocado a cada dois anos para evitar a formação de bolhas no sistema que prejudiquem as frenagens principalmente em descidas de serra.
Motor – Verifique o nível de óleo de motor e troque-o se necessário. A água do radiador deve estar misturada com aditivo de boa procedência numa proporção entre 20% e 50%. As correias não devem ser esquecidas. A do alternador precisa ter uma folga de 2 cm no centro e a do comando de válvulas deve ser trocada no prazo que consta no manual do proprietário. Se ela se romper há sério risco de empenamento das válvulas do cabeçote. O sistema de ignição também deve ser verificado. As velas devem estar livres de impurezas e com a folga do eletrodo dentro das especificações do fabricante. Cabos de vela devem estar limpos e sem desgastes. Nos carros mais antigos veja também o estado da tampa do distribuidor e do rotor (cachimbo).
Limpador de pára-brisa – Para evitar o entupimento dos esguichos e para ficar livre da oleosidade que vem da fumaça e do asfalto misture algumas gotas de detergente neutro na água do reservatório do limpador de pára-brisa. Veja também o estado das palhetas e troque-as se for necessário.
Luzes – Lâmpadas e fusíveis em bom estado também são importantes para viajar com segurança. Faróis e lanternas quebrados devem ser trocados para garantir boa visibilidade à noite, além de uma sinalização eficiente. É sempre bom ter fusíveis e lâmpadas sobressalentes no porta-luvas para casos de emergência.
O conteúdo orgânico é depositado em um ambiente sem oxigênio, o que permite que as bactérias que não precisam de oxigênio para sobreviver se alimentem do material biológico e produzam o metano, gás que é liberado em aterros sanitários. O metano, por sua vez, é separado do gás carbônico e utilizado como gás natural.
Embora o metano possua fórmula química menos energética do que a gasolina ou o etanol, a empresa afirma que o motor do modelo tem o mesmo desempenho do propulsor original. Segundo a marca, o New Beetle pode chegar a velocidade máxima de 183 km/h.
Outro benefício do combustível metano é a decomposição do material durante o processo de produção que gera adubo e pode ser usado como fertilizante em plantações.
A crença de que veículos dotados de sistema air bag dispensam o uso do cinto de segurança é completamente equivocada e de alto risco. Por isso, o CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) alerta que o air bag é um sistema de proteção complementar ao cinto de segurança, sendo este o mais importante equipamento de segurança.
A eficiência do air bag está diretamente relacionada ao uso correto do cinto de segurança, pois foi projetado para ser acionado nas situações em que somente o cinto de segurança não seja suficiente para garantir a devida proteção, na tentativa de se evitar as lesões graves ou fatais.
“O cinto de segurança proporciona um alto índice de proteção, porém dependendo da intensidade da colisão, existem casos em que o peito do motorista ou do passageiro pode tocar o volante ou o painel de instrumentos. Nessas situações é que o air bag atua, minimizando ainda mais os riscos de lesões graves e/ou fatais. Além de segurar o corpo dos ocupantes para dar tempo que a bolsa do air bag infle totalmente, o cinto de segurança garante a trajetória dos mesmos em direção à bolsa”, explica Marcus Romaro, gerente técnico do CESVI BRASIL.
O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) estabeleceu, na resolução 311, a obrigatoriedade do dispositivo de retenção suplementar (air bag) na posição frontal para o motorista e o passageiro, nos veículos de transporte de passageiros com até nove lugares (incluindo o motorista) e para veículos de transporte de cargas que tenham uma massa máxima não superior a 3,5 toneladas. A implantação da medida é gradativa e teve início em janeiro de 2010. A partir de 2014, toda a frota de automóveis deverá sair de fábrica com o equipamento.
O estudo ‘Potencial de efetividade do air bag’, realizado pelo CESVI em 2008, já chamava atenção para os benefícios do dispositivo. As conclusões do estudo apontaram que, no Brasil, considerando-se apenas os condutores de automóveis e caminhonetas, o potencial do air bag poderia contribuir para manter a vida de aproximadamente 490 pessoas (1,4% dos 35 mil que morrem por ano) que hoje morrem no trânsito, ou evitar ferimentos em mais de 10 mil pessoas, em média, proporcionando um impacto econômico positivo de cerca de 315 milhões de reais por ano. O centro de pesquisa ainda estima que seria possível reduzir 1.600 mortes por ano, se a taxa de adesão do cinto de segurança aumentasse em 10%.
DÚVIDAS FREQUENTES
- O air bag pode disparar em alguma situação que não seja necessário?
Esse sistema foi desenvolvido para não disparar em colisões frontais de baixa intensidade, situações estas em que somente o cinto de segurança é suficiente para garantir a proteção do ocupante. O air bag frontal também não dispara em colisões laterais, traseiras, capotamentos ou em condições abusivas de rodagem - passagens por valetas, lombadas, queda em buracos, guias etc.
- Se o veículo estiver parado e sofrer um impacto frontal, o air bag é acionado?
Depende. É acionado se o impacto for muito intenso e se o contato estiver ligado. Entretanto, se desligado por mais de 20 segundos, o dispositivo não é acionado.
- A partir de qual velocidade o air bag é acionado no momento do impacto?
O acionamento do air bag não depende diretamente da velocidade do impacto, mas sim, da necessidade de proteção aos ocupantes, nas situações em que somente o cinto de segurança não seja suficiente. Em uma colisão de baixa a média intensidade, por exemplo, há pouca troca de energia e as deformações ocorrem nas partes de acabamento e/ou nas partes que não são estruturais. Nesse caso, os ocupantes da frente têm pouco ou nenhum contato com as partes internas e somente o cinto de segurança garante a proteção necessária.
Os impactos de média intensidade podem ocasionar deformações na travessa frontal do chassi, suspensão e/ou longarina, porém sem diminuição significativa do compartimento do motor. Nessas situações, pode ocorrer o contato do ocupante com as partes internas do veículo, mas com baixa probabilidade de lesões graves. Por isso, nesse caso, o uso do cinto de segurança aliado ao pré-tensionador confere uma proteção eficiente.
Já os impactos frontais de alta intensidade, caracterizam-se por grandes deformações estruturais que podem reduzir o espaço necessário para a sobrevivência dos ocupantes. Neste caso, é necessária a máxima proteção disponível para amenizar o impacto com as partes internas do veículo, ou seja, a combinação de cinto de segurança, pré-tensionador e air bag.
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Tipo de colisão frontal
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Características da colisão |
Tipo de proteção recomendada |
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Baixa a média intensidade |
· Pouca troca de energia (deformações apenas em partes de acabamento e/ou não estruturais do veículo); · Pouco ou nenhum contato dos ocupantes com partes internas do veículo. |
Cinto de segurança |
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Média intensidade |
· Significativas deformações na travessa frontal do chassi, suspensão e/ou sub-frame, porém sem ocorrer diminuição significativa do compartimento do motor; · Contato dos ocupantes com partes internas do veículo, porém sem possibilidade de ocorrer ferimentos graves e/ou com sequelas permanentes. |
Cinto de segurança + Pré-tensionador |
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Média a alta intensidade |
· Grandes deformações estruturais com ou sem redução do espaço de sobrevivência dos passageiros; · Impacto dos ocupantes com partes internas do veículo, com risco de ocorrência de ferimentos graves, fatais e/ou com sequelas permanentes. |
Cinto de segurança + Pré-tensionador + Air bag |
- Como é a manutenção de cintos de segurança e do air bag?
É preciso estar atento à reparação de elementos estruturais do veículo que deve passar por uma avaliação detalhada. O reparo somente é recomendado quando não são afetadas as áreas de deformação programada. Para realizar o processo de substituição parcial, a região de corte do componente deve ser seguida de acordo com a recomendação do fabricante. A modificação da estrutura causada pela reparação inadequada da longarina pode variar o tempo de acionamento do air bag, fazendo-o abrir antes ou após o tempo especificado, ou seja, afeta a calibração do dispositivo.
Equipamentos eletroeletrônicos não originais, instalados de forma inadequada , também podem ser um risco na medida em que podem vir a ocasionar o acionamento involuntário do air bag.
Além disso, é proibida a montagem de qualquer componente não original na região frontal do veículo, pois irá comprometer a calibração do sistema e o air bag fatalmente não funcionará como projetado.
- A cadeirinha de bebê pode ficar no banco da frente do passageiro em veículos que possuem air bag?
A cadeirinha de bebê somente deve ser colocada no banco traseiro do veículo, sendo uma exigência estabelecida por lei. Ela deve ser usada de acordo com a idade, peso e altura da criança. Pois o cinto de segurança de adulto somente protege crianças com mais de quatro anos de idade, que tenham peso próximo aos 20 kg.
O air bag infla algo em torno de 30 litros de gás, em 30 milésimos de segundo, e a uma velocidade de aproximadamente 320 km/h. Sendo assim, ele é projetado para que os ocupantes só venham a tocá-lo após a bolsa estar totalmente inflada. Por isso é muito importante o uso correto do cinto de segurança como também o posicionamento dos bancos, garantindo a distância e tempo necessários para que a bolsa infle totalmente. Caso contrário, é grande o risco de lesões pelo impacto da bolsa com o rosto dos ocupantes durante o enchimento.
- Os gases emitidos pelo air bag fazem mal à saúde?
Esses gases não são tóxicos, portanto não prejudicam a saúde. O pó branco que eventualmente é solto na abertura da bolsa de ar, é apenas um talco com função de lubrificação.
CESVI BRASIL - Fundado em 1994, o CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) é o único centro de pesquisa brasileiro dedicado à reparação automotiva e à segurança viária, e foi o primeiro da América Latina. Para conhecer as atividades do CESVI, acesse www.cesvibrasil.com.br
Horários Competição:
sexta-feira 20h; sábado 20h e 1h da madrugada; domingo 23h