Horários Vício Motor:
domingo 12h30 e 23h30; segunda-feira 11h e sábado 9h.
Com esse resultado, novamente quem ganha é a matemática da competitividade, já que Cantelli, agora com 50 pontos, conseguiu chegar bem mais perto do líder da temporada, Leonardo Cordeiro (Cesário Fórmula). O terceiro lugar permanece com Lucas Foresti, também da Cesário Fórmula que, segundo ele mesmo, teve uma corrida boa, mas não excelente. As palavras do piloto não poderiam ser mais exatas. Se por um lado ele se distanciou um pouco do primeiro e segundo lugar na classificação geral do campeonato, por outro abriu uma diferença para o quarto colocado de 3 para 11 pontos. E teve um desempenho inesperado a julgar pelos treinos. “No sábado sai em oitavo, cheguei em quinto; hoje sai em quinto cheguei em segundo”, comemora.
Inesperado também foi o fim da prova, com o safety car na pista por conta de uma rodada de Vitor Guerin (Dragão Motorsport), da F3 Light. Embora sem concluir a prova, Guerin completou os 75% do percurso que lhe garantem a pontuação, mas perdeu a segunda posição na classificação geral para Henrique Martins (Cesário Fórmula Jr), que ganhou a prova de hoje, seguido de Rafael Abbate (Cesário Fórmula Jr) e Bruno Andrade (MX Racing). Abbate, que esperava uma segunda largada para tentar roubar o primeiro lugar de Martins, não teve a chance, mas ainda assim mantém liderança com folga na categoria Light, graças aos 20 pontos de vantagem.
Se alguns esperavam o safety car, outros não conseguiram conter a ansiedade. Nilton Molina Neto (PropCar Racing) ultrapassou Lu Boesel (Dragão Motorsport) e foi penalizado em 20 segundos, que custaram caro. Se a prova tivesse sido finalizada com o primeiro resultado, antes da pena, Molina estaria em sexto e Boesel em oitavo. Após a alteração do resultado por conta da penalização, Boesel terminou em sexto e Molina em oitavo na classificação geral da temporada.
(Crédito da Foto: Flávio Quick)
Confira abaixo o resultado final da 8ª etapa da Fórmula-3 Sul-americana e a classificação geral do campeonato:
1º- Claudio Cantelli (Bassan Motorsport), 21 voltas em 31:30.775
2º- Lucas Foresti (Cesário Fórmula) em 31:32.287
3º- Leonardo Cordeiro (Cesário Fórmula) em 31:34:026
4º- Lu Boesel (Dragão Motorsport) em 31:35.071
5º- Igor Veras (Propcar Racing), em 31:36:334
6º- Henrique Lambert (Razia Sports) em 31:37.912
7º- Yann Cunha (Razia Sports) em 31:38.792
8º- Henrique Martins (Cesário Fórmula Jr) em 31:39.996 F3 Light
9º- Raphael Abbate (Cesário Fórmula Jr) em 31:40.878 F3 Light
10º- Leonardo de Souza (Kemba Racing) em 31:41.896
11º- Bruno Andrade (MX Racing) – em 31:43.019 F3 Light
12º- Leandro Florenzo (Bassani Racing), em 31:43.642 F3 Light
13º- Nilton Molina Neto (Propcar Racing) em 31:54.605
Melhor volta, Claudio Cantelli Jr, a 1:16.274
Não concluíram a prova:
Victor Guerin (Dragão Motorsports), 16 voltas F3 Light
Fernando Galera (Bassan Motorsport), 8 voltas
Mateus Labba (Kemba Racing) 0 volta F3 Light
Veja como ficou a classificação da temporada:
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F3 Sul-americana | |||
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1 |
57 | |
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15 |
50 | ||
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2 |
41 | ||
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17 |
29 | ||
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12 |
27 | ||
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8 |
23 | ||
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11 |
27 | ||
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14 |
25 | ||
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7 |
16 | ||
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18 |
12 | ||
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F3 Light | |||
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32 |
68 | ||
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31 |
48 | ||
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87 |
43 | ||
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63 |
36 | ||
|
33 |
18 | ||
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43 |
9 | ||
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41 |
0 | ||
A Fórmula 3 Sul-americana é a principal categoria de base do automobilismo, aquela que melhor prepara e mais revela futuros talentos para as principais categorias do automobilismo mundial. Na América do Sul é organizada pela 63MKT com supervisão da Confederação Sul-Americana de Automobilismo (Codasur) e da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). Desde que foi criada, em 1987, já revelou grandes nomes do automobilismo mundial e nacional, como Rubens Barrichello, Hélio Castroneves, Christian Fittipaldi, Gabriel Furlán, Cristiano da Matta, Vitor Meira, Nelsinho Piquet, entre outros. Em 2009, a F3 Sul-americana aumenta sua importância e amplia sua contribuição para o automobilismo realizando no mesmo final de semana provas da F3 Sul-americana Light e da Fórmula Universitária. Seguindo a mesma filosofia e com regulamentos técnicos e esportivos de responsabilidade da FIA (Federação Internacional do Automóvel), as categorias que compõem o evento F3 fazem parte da mais nova aliança no automobilismo profissional do Brasil.
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Singular Comunicação de Resultados
O resultado disso pode ser visto no esporte, onde o investimento das grandes marcas diminuiu sensivelmente. A Honda, principal patrocinadora do esporte a motor no país, deixou de patrocinar o Campeonato Brasileiro de Motovelocidade e a Pro Tork, principal empresa de motopeças da América Latina, saiu do Campeonato Brasileiro de Motocross.
Além disso, o principal nome do esporte no país, o piloto Jorge Balbi, teve dificuldades para fechar suas cotas de patrocínio pelo primeiro ano em sua carreira desde que se tornou a maior estrela do esporte no país. O piloto conseguiu fechar o seu orçamento e ingressar em uma equipe no AMA Motocross somente no mês de maio. Em anos anteriores, ele tinha tudo fechado no máximo em fevereiro.
Se o início do ano foi preocupante, o mercado já começa a dar mostras de que está se reaquecendo e disposto a voltar a investir no esporte. O balanço divulgado pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares) mostra que, apesar de uma queda significativa em relação ao ano passado, o mercado está dando mostras de reaquecimento.
“O mercado brasileiro do setor duas rodas está começando a se recuperar. Ainda estamos muito aquém dos números registrados em 2008, mas vislumbramos um fechamento de ano com números semelhantes aos de 2007, o que já será um bom resultado”, afirmou Paulo Shuiti Takeuchi, presidente da Abraciclo.
Os emplacamentos, que demonstram a venda para o consumidor final, apresentaram aumento de 8% com relação ao mês passado. Mais de 140 mil motos nacionais foram emplacadas somente no mês de julho.
A Lei sancionada pelo presidente Lula no final do mês passado, que libera uma verba de R$ 100 milhões para financiamento de motocicletas para uso profissional e regulariza as atividades de motofrete e mototáxi deve dar um impulso ainda maior no reaquecimento do setor.
Grande parte das motos emplacadas em 2009 é composto pelas motos off-road, que ganham um número cada vez maior de entusiastas pelo país. A ótima qualidades das motos nacionais somadas ao baixo custo e as facilidades de pagamento fizeram o sonho de ter uma moto de competição ficasse muito facilitado.
Este ano, mais uma vez, a Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) bateu recorde no número de pilotos filiados. Além disso, a etapa de Indaiatuba mais uma vez bateu recorde de inscritos, com mais de 500 pilotos participando da primeira prova do campeonato nacional.
O aumento do número de motos off-road é mais um fator que aquece o mercado de motos. Isso porque, ao entrar para o off-road, além da moto, o piloto tem que comprar uma série de equipamentos. “Para competir, é necessário o uso de bota, camisa, calça, capacete, luva, tornozeleira, entre outros equipamentos. Muitos destes equipamentos eu troco a cada a corrida. Isso sem contar os pneus, que é um jogo por corrida. Se fizer as contas, acho que o valor gasto com equipamentos pode ficar muito próximo ao valor de uma moto nacional”, comenta o piloto Jorge Balbi que aposta na profissionalização cada vez maior dos pilotos e também num maior acesso de pilotos estreantes no esporte.
Nos esportes a motor, o otimismo parece estar de volta e as grandes empresas já começam a retomar os investimentos. Uma delas, a Mobil, garante que investirá alto neste segundo semestre neste segundo semestre de 2009.
Outra boa notícia para os aficcionados de motociclismo é que o Grupo Lance!, o maior grupo de midia esportiva da América Latina, decidiu investir pesado no esporte e comprou os direitos de realização da etapa brasileira do FIM Motocross World Championship que será realizado no tradicional motódromo de Canelinha, Santa Catarina, em 12 e 13 de setembro.
O contrato firmado entre a Youthstream, que organiza o campeonato mundial de motocross e o grupo LANCE! garante o Mundial no Brasil por cinco anos. Trata-se de um megaevento esportivo com investimento total estimado em mais de R$ 4 milhões, público esperado de 30 mil espectadores, com transmissão ao vivo para mais de 130 países e audiência estimada de 500 milhões de telespectadores em todo o mundo.
“As principais empresas do segmento no país e notamos que o discurso do otimismo realmente está voltando. Conseguimos alguns parceiros importantes que fizeram com que o Mundial de Motocross voltasse ao Brasil e acreditamos que, em 2010, teremos ainda mais empresas conosco neste grande evento”, comentou Rafael Rocha, gerente do grupo LANCE!.
O Gerente de competições da Honda, Wilson Yasuda, um dos responsáveis pela realização do mundial em Santa Catarina, também se mostra entusiasmado com o futuro do motocross brasileiro “o fato do Brasil voltar a sediar o mundial, nos credencia a realizar o Motocross das Nações, a copa do mundo do motocross”. A Honda investiu alto para trazer o Campeonato Mundial de Motocross de volta ao país e assumiu a cota naming rigths do evento.
O Honda GP Brasil de Motocross, realizado pelo Grupo LANCE! e Youthstream, é patrocinado pela Honda, com o apoio do Governo do Estado de Santa Catarina. Conta ainda com a parceria de mídia do Grupo RBS e será transmitido ao vivo para todo o Brasil pela ESPN. É supervisionado pela FIM-Federação Internacional de Motociclismo, Confederação Brasileira de Motociclismo e pela Federação Catarinense de Motociclismo.
Horários Competição:
sexta-feira 20h; sábado 20h e 1h da madrugada; domingo 23h