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VR-01 já está em Silverstone

Lançado na manhã desta quarta-feira (3), carro da Virgin Racing já está no circuito inglês para os primeiros testes, que serão realizados amanhã e sexta-feira (5)

Quarta-Feira, 03 de fevereiro de 2010

Já tido como um dos mais belos carros da temporada 2010 da Fórmula 1, o VR-01 já está no circuito de Silverstone para seus primeiros testes, que serão conduzidos pelos pilotos Lucas Di Grassi (Clear/Eurobike/Locaweb/Schioppa/Ricardo Almeida) e Timo Glock. O primeiro ensaio está marcado para esta quinta-feira (4), e o brasileiro deverá guiar o carro na sexta (5).

O VR-01 foi inteiramente projetado e desenvolvido sob o uso do CFD (sigla em inglês para Dinâmica de Fluido Computacional, um software de simulação aerodinâmica de todos os componentes do carro), sem o recurso do túnel de vento. Apesar disso, os titulares da equipe passaram várias horas realizando testes no simulador da equipe, considerado um dos melhores da Fórmula 1.

"O nível de fidelidade do simulador é muito alto, pois trabalhamos com os mesmos índices que usamos na pista. Claro que ainda há alguns fatores, como aderência, clima vento e temperatura. Mas podemos testar componentes no simulador que sequer ainda foram construídos para o carro, e isso representa uma grande vantagem em termos de trabalho e também de redução dos custos", afirmou Lucas, que fará sua estréia na F1 em 2010 e é patrocinado por Clear, Eurobike, Locaweb, Schioppa e Ricardo Almeida.

"Só vamos ter uma idéia quando eu entrar com o carro na pista, mas temos que focar em melhorá-lo cada vez mais e em evoluirmos como equipe", disse. "As expectativas são bem realistas, e nosso objetivo no momento é ter um carro confiável, que termine as corridas. Aí vamos trabalhar para melhorar e chegar nas equipes de ponta, mas estamos confiantes em curto e médio prazo para evoluirmos".

Depois de Silverstone, opção da equipe para o shakedown do modelo por razões de proximidade da fábrica, a Virgin parte para a Espanha e realizará pela primeira vez seus testes junto das outras equipes do Mundial, ainda neste mês: dos dias 10 a 13 e 17 a 20 em Jerez de La Frontera, e entre os dias 25 e 28 em Barcelona.

Di Grassi afirmou que gostaria de estar com a equipe em Valência, onde aconteceram nos últimos três dias os testes com sete dos atuais times - Ferrari, McLaren, Mercedes, Renault, Sauber, Williams e Toro Rosso. "Quanto mais testes, melhor, ainda mais agora que o regulamento impõe uma série de restrições a testes após o início da temporada. Mas como ficamos até o último momento evoluindo o carro no computador, vamos testar nos outros dias disponíveis. O carro ficou pronto esta semana e foi um projeto começado do zero. E no estágio em que nos encontramos, já é muito bom termos o carro pronto. Vamos trabalhar para que tudo saia como o planejado", contou Lucas. Cinco das 13 equipes inscritas ainda não apresentaram seus modelos para a temporada 2010.

O VR-01 já é considerado um dos mais belos carros da temporada 2010 da F1. "A pintura proporciona uma bela integração da nossa marca como equipe e com nossos importantes parceiros comerciais. Mas ainda temos muito a trabalhar enquanto progredimos para nossa corrida de estréia no Barein, no próximo mês", afirmou John Booth, chefe da equipe.


Visite o site da Virgin Racing*: www.virginracing.com
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FIA aprova calendário 2010

Traçado brasileiro será visitado por Charlie Whiting nas próximas semanas

Quarta-Feira, 03 de fevereiro de 2010

O Conselho Mundial do Esporte a Motor da Federação Internacional do Automóvel (FIA), aprovou nesta quarta-feira (03), por maioria de votos, o calendário da IZOD IndyCar Series 2010, o que inclui a etapa brasileira da categoria, que será disputada no circuito urbano do Anhembi, em São Paulo.

A prova brasileira, marcada para o dia 14 de março dará início à temporada 2010 da Fórmula Indy. Além do Brasil, o torneio terá corridas no Canadá, Estados Unidos e Japão. Nas próximas semanas o traçado será visitado pelo delegado de segurança da FIA, Charlie Whiting, que dará seu parecer sobre os últimos detalhes a serem providenciados na pista de 4.180 metros.

O projeto do circuito é assinado pelo engenheiro neozelandês Tony Cotman, um especialista experiente que participou da construção de várias pistas de competição utilizadas pela Fórmula Indy, especialmente os traçados urbanos.

A São Paulo Indy 300 terá transmissão ao vivo pelos canais Band e Bandsports, além das rádios Band e BandNews FM.


Siga a São Paulo Indy 300 no Twitter: www.twitter.com/indyemsaopaulo.

Visite também o site do evento: www.saopauloindy300.com.br

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São Paulo Indy 300 apresenta website

Página virtual da etapa de abertura da temporada 2010 está no ar com informações sobre a IZOD IndyCar Series, o circuito, pilotos e equipes

Quarta-Feira, 27 de janeiro de 2010

Já está no ar o site da São Paulo Indy 300 (www.saopauloindy300.com.br), a etapa de abertura da temporada 2010 da IZOD IndyCar Series. Marcada para o dia 14 de março, a primeira prova de rua da categoria na América do Sul terá transmissão ao vivo pela Band e pelo canal BandSports.

No endereço eletrônico o internauta ficará sabendo as últimas novidades da Fórmula Indy e também da prova paulistana, além de informações sobre os pilotos e equipes que vão competir a mais de 300 km/h no circuito que está sendo montado na região do Sambódromo do Anhembi, zona norte da cidade.

O traçado de 4.180 metros de extensão também pode ser visto pelos visitantes da página, que poderão, em breve, adquirir ingressos para os treinos (agendados para 13 de março) e para a corrida (14 de março).

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Esportes - Maratona / Triatlon / Automobilismo

Piloto Antonio Pizzonia vai disputar a Maratona de Miami e o Triatlon de Santos

Quarta-Feira, 27 de janeiro de 2010

Nascer em uma região com pouquíssima poluição ambiental, já estimula os seus nativos a terem uma vida saudável. Quando há uma predisposição para a prática esportiva, esta sensação fica mais apurada. E quando o atleta é um vencedor, toda a preparação e treinamentos físicos são exponenciados, independente da modalidade em que atua. O amazonense Antonio Pizzonia é um exemplo claro. "Pratico esportes desde a infância. Eu deixava minha mãe louca porque constantemente vivia inovando e mudando de modalidade. Se eu tivesse mais tempo livre só praticaria esportes, principalmente os aquáticos, que são privilegiados em Manaus".

Um dos pilotos de automobilismo com melhor preparação física no mundo, não apenas pela exigência de sua profissão, Pizzonia gosta da vida saudável e da prática de vários esportes. Quando iniciou como piloto de testes na Fórmula 1, em 2002, já tinha a resistência e preparação adequadas para enfrentar a Força G imposta pelas freadas e acelerações laterais por várias voltas seguidas nos exigentes circuitos. "O carro de Fórmula 1 é o que mais exige fisicamente no automobilismo, seguido de perto pelo Formula Superleague. Participar de provas como maratona e triatlo, além do prazer, é uma forma de preparação física; uma união do bem-estar com a exigência da profissão", comenta o amazonense.

Quando não está dentro de um carro de corrida, o "Jungle Boy" - como ficou conhecido na Europa - está jogando tênis, futebol, esquiando, nadando, correndo ou pedalando com outros atletas de alta performance. E seu espírito competitivo faz com que ele mantenha um elevado nível de preparação e rendimento para acompanhar seus amigos em cada modalidade esportiva. "Em 2002 tive a oportunidade de participar com alguns amigos da Maratona de Nova York, uma das maiores e mais tradicionais, então já comecei pelo topo. Foi apenas uma experiência, mas pude passar por vários bairros, prédios históricos, sempre curtindo tudo É uma energia incrível, gostei muito, tanto que agora estou me preparando melhor para outras provas", conta o piloto.

Com todo este estímulo que tem desde o início de sua juventude, Pizzonia chegou a um alto nível de preparação física que o compeliu a aproveitar seu período de férias da Stock Car e da Superleague para se inscrever na Maratona de Miami, que será disputada neste final de semana (dia 31 de janeiro) na Flórida (EUA). "Para a prova em Miami fiz só três semanas de preparação por conta de uma tendinite, porém, foram intensas. Pretendo terminar a Maratona com um tempo abaixo de quatro horas se não tiver problemas no joelho".

Como se não bastasse, até o final do ano Antonio Pizzonia quer participar de um Iron Man, no México. Para isto, está fazendo um planejamento de treinos e competições até lá, que inclui a participação no Triathlon Internacional de Santos, no dia 28 de fevereiro, e outra competição em Mônaco, em agosto. "Venho treinando com uma galera de Manaus, que faz triatlo e Iron Man. Gostei da idéia e quero experimentar essas provas, por isso decidi me inscrever para competir em Santos, assim ganho experiência".

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Com arrancada final, Daniel termina bem em Monte Carlo

Pioneiro no IRC, Oliveira foi também o primeiro brasileiro na história a disputar o mais tradicional e difícil rali do calendário

Sábado, 23 de janeiro de 2010

O terceiro e último dia do Rally de Monte Carlo, etapa de abertura do IRC - Intercontinetall Rally Challenge - teve o finlandês Mikko Hirvonen como grande vencedor, a bordo de um Ford Fiesta. O piloto, atual vice-campeão do WRC (Mundial de Rali), completou os três dias de competição em 4h32min58s5. Um final de semana em que apenas 36 dos 63 inscritos terminaram a prova. E para o estreante Daniel Oliveira, da equipe austríaca Stohl Racing, o Rally de Monte Carlo foi um grande aprendizado. O baiano fez sua estréia no IRC, a bordo de um Peugeot 207, e tornou-se o primeiro brasileiro a competir no tradicional rali que acontece no Principado de Mônaco desde 1911 (com algumas interrupções).

"O que eu posso dizer é que foi um final de semana muito intenso, repleto de experiências novas e estou muito feliz de ter completado todo o trajeto", disse Daniel, que espera abrir as portas do rali de velocidade internacional para mais compatriotas. "Fico feliz em ter sido o primeiro brasileiro em um rali tão tradicional e importante. Gostaria de ver mais brasileiros aqui no ano que vem", afirmou o piloto, 21º na somatória de tempos dos três dias de competição, com 5h13min52s5, a 40min54s do vencedor finlandês.

O último dia do rali, na sexta-feira, teve as cinco últimas especiais somando 105 quilômetros. Na 11ª especial da competição, entre Montauban s/ Ouvèze e Eygalayes, Daniel completou os 30,42 quilômetros em 28min44s8 - a 5min26s3 do mais rápido. Na 12ª, nos 18,42 quilômetros entre Peira Cava e La Bollène Vèsubie, o baiano completou o percurso em 15min07s1, a apenas 1min43s7 do líder. O terceiro trajeto do dia, entre Lantosque e Lucéran, de 19,13 km, teve Daniel em 21º com 16min36s, a 2min23s1 do primeiro colocado do trecho. Até então, o piloto da Stohl Racing ocupava a 22ª colocação na somatória de tempos dos três dias de competição.

Até ali, Daniel havia enfrentado dificuldades com um competidor que havia rodado na pista e, assim, fechou o trajeto, ainda na primeira especial. "Estávamos rápidos, aí alcançamos outro carro e ele cometeu um erro. Com a rodada, ele fechou a pista e perdemos dois minutos e duas posições até voltarmos a andar. Além disso, ele (o competidor que rodou) não nos deixou passar", narrou. "Se você acha difícil ultrapassar no GP de Mônaco de Fórmula 1, no Rally de Monte Carlo é impossível!", comparou.

Foi na 14ª e penúltima especial do rali, no entanto, que Daniel deu sua arrancada. O piloto, que corre com o navegador espanhol Carlos Del Barrio, completou na 11ª posição o trecho entre Peira Cava e La Bollène Vèsubie, de 18,42 quilômetros, em 15min06s7, a apenas 1min14s4 do vencedor da especial, o finaldês Juho Hanninen (Skoda Fabia). O tempo do piloto baiano o fez ganhar duas posições na classificação geral.

Na última sessão do dia, entre Lantosque e Lucéram, Daniel Oliveira terminou o percurso em 21º com 16min37s9, já no trecho noturno, a 1min57s7 do melhor tempo. "À noite foi muito complicado, com um caminho bem travado e com muito gelo nas curvas. Era muito perigoso, mas estou extremamente feliz que terminamos e tudo deu certo", afirmou.

Para ele, um grande aprendizado em seu rali de estréia - e uma façanha em completar toda a prova, já que quase a metade dos competidores abandonaram por acidentes ou problemas mecânicos - 27 pilotos, em um total de 42,8%. "O mais difícil de tudo foi segurar a ansiedade de acelerar, porque tive que ser muito cuidadoso com a neve e o gelo, superfícies sobre as quais eu jamais havia competido. Era uma situação complicada de aceitar, porque todo piloto quer apertar ao máximo o pedal da direita", comentou.

"Mas a equipe ficou contente com o meu desempenho, o time é muito bom e estou muito feliz. O carro é excelente, o entrosamento com todos foi ótimo. Eu e o Carlos (Del Barrio, navegador) nos demos muito bem e pela primeira vez eu tive um entendimento claro do que o navegador me passava. A comunicação foi fundamental", disse.

O próximo desafio de Daniel é em casa: o Rali de Curitiba, segunda etapa do IRC, entre 4 e 6 de março. "Chega de neve, por enquanto. Acho que em Mônaco tivemos uma curva de aprendizado bastante grande, porque tudo é muito novo para mim. Agora, no Brasil, podemos continuar o crescimento e creio que vai ser possível se divertir um pouco mais, já que é um tipo de piso com o qual estou mais acostumado", falou.


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